sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

L I V R O S


A  FONTE  DO  SABER

Estão em minha frente, sempre latentes nas prateleiras.

Amigos silenciosos; contam histórias, romances e culturas desaparecidas.

Proporcionarão ainda, tenho certeza, aos meus amigos e familiares, entretenimento, horas mágicas e momentos agradabilíssimos.


FAÇA  DA  LEITURA  UM  HÁBITO

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

ORAÇÕES

Orações...

Esse poema faz parte do meu livro-antologia, lançado em noite de autógrafos na cidade de Belém / PA.
em julho 2010.

antologiacidade. wordpress.com//

ORAÇÕES...

Ventos uivaram no sopé da montanha
Arrancaram telhas da secular Abadia
Velhos fantasmas foram despertados
Monges efetuaram preces na noite fria


Fizeram-se presentes os cantos gregorianos...
 Em louvor aos espíritos dos antepassados
Em frente à capela do Senhor...

ÁS GÁRGULAS




São desaguadouros, ou seja, a parte saliente das calhas e telhados que se destinam a escoar águas a certa distância da parede e que, especialmente na Idade Média, eram ornadas com figuras monstruosas.

Acreditava-se que eram também guardiâs das catedrais e castelos e que, durante a noite, ganhavam vida, e, sob a ordem dos implacáveis detentores das terras, poderiam atacar as propriedades dos camponeses, que trabalhavam sob um regime de escravidão.

O poema construído logo abaixo conta uma situação em que os poderosos utilizavam dessa crença popular para intimidar e assustar os camponeses, obrigando-os a pagar tributos em forma de alimentos, ameaçando destruir suas plantações, colocando-os em situação de penúria.

Assim sendo, para não ver suas plantações destruídas, contribuiam com uma parte de seu celeiro para não ver os cavaleiros dos senhores atacarem na calada da noite.
 
 
O PODER E O MEDO

Encravadas nas muralhas seculares
Olhavam para o povo sofrido
 Sentinelas do poder e do tempo
Mistura de humanóide e dragão
Guardavam a entrada do castelo
Dos senhores feudais



À noite ganhavam vida e voavam
Mostrando poder e assustando os camponeses nos vilarejos
Que cumpriam com o pagamento de impostos
 Levando mantimentos
Para o povo da corte viver na libertinagem


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

PASSAREDO

O  POR-DO-SOL  DAS  AVES

Aves, aves e mais aves
Adoradoras do sol
Estrela matutina e vespertina de grandeza maior
Revoam no momento do solstício boreal
Gorjeios com suave sonoridade...
Embala nossos sonhos e enaltecem a alma...

Dançam nos galhos em vôos altaneiros
Subtraem a substancia volátil das flores
Como almiscareiros, deixam perfume no ar
Arautos da paz e da alegria

Sinto-me envolvido pelo mágico momento
Vem uma vontade imensa de voar
Pelos céus e a tudo contemplar
Sou menino, sou Toninho, sou passarinho...

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O ANJO DA NOITE






A palavra vem do Latim Ângelus e do Grego Aggelus, que significam mensageiros e emissários de Deus.

Podemos dizer que são criaturas superiores aos homens, e que estão sempre em nosso pensamento, e com eles sempre nos socorremos e pedimos proteção.

Nunca nos abandonam porque não tem necessidade de se refazerem através do sono e também não sofrem os efeitos do tempo.

Mas nem por isso ficam o tempo todo em nossa proteção, pois, de assim fosse, não haveria perdas e dores.

Encontrei essa definição em um momento de aflição, quando senti a presença D’Ele, colocando a mão sobre meu ombro. Foi quando enxerguei ao meu lado, um anjo divino, que Ele trouxe num raio de luz até a minha janela do tempo.

Antes dessa noite, nunca havia estado em meus sonhos e, naquele momento, era um desconhecido, mas que se tornou meu parceiro inseparável e minhas muitas jornadas celestiais.
 

UM POEMA PARA O ANJO DA NOITE

Mente coberta de incertezas
Pensamentos perambulam saltitantes
Visão nos caminhos errantes
Passos na escuridão da noite
 
 
Sol da manhã
Nuvens passageiras
Abismos profundos
 
 
Anjo guia desconhecido
Sorriso entorpecido
Dei um susto na morte
E abracei minha sorte
 

ANOS DOURADOS DE UMA ÉPOCA VIVIDA

ANOS DOURADOS  DE UMA ÉPOCA VIVIDA Repassando algumas fotos e recortes de jornais, armazenados em uma caixa de papelão no meu...